Na passada sexta feira fizemos mais uma atividade de matemática, que como sempre adorámos.
Começámos por ouvir a história:
“Uma vez um grupo de onze amigos foi passear para as montanhas. Para isso levaram as suas tendas, onde dormiam. Passados uns dias viram um castelo que parecia desabitado e pensaram que sempre seria melhor dormir nele do que nas tendas, que estavam a ficar muito desarrumadas. Qual não foi a surpresa quando, na manhã seguinte, acordaram presos. Afinal o castelo pertencia a um gigante muito mau que queria ficar com os meninos para que estes trabalhassem para ele. O gigante sabia que os amigos precisavam de estar bem alimentados para poderem trabalhar, por isso deu-lhes para o jantar, um javali assado; no outro dia ao pequeno almoço, serviu tarte de javali.
Começámos por ouvir a história:
“Uma vez um grupo de onze amigos foi passear para as montanhas. Para isso levaram as suas tendas, onde dormiam. Passados uns dias viram um castelo que parecia desabitado e pensaram que sempre seria melhor dormir nele do que nas tendas, que estavam a ficar muito desarrumadas. Qual não foi a surpresa quando, na manhã seguinte, acordaram presos. Afinal o castelo pertencia a um gigante muito mau que queria ficar com os meninos para que estes trabalhassem para ele. O gigante sabia que os amigos precisavam de estar bem alimentados para poderem trabalhar, por isso deu-lhes para o jantar, um javali assado; no outro dia ao pequeno almoço, serviu tarte de javali.
Um dos meninos, muito esperto, fez uma proposta ao gigante: cortaria a tarte apenas com quatro golpes e quem comesse tarte ia embora, quem não comesse ficaria.
O gigante pensou logo que quatro golpes nunca daria para todos comerem e assim até era bom alguns irem para fazerem saber que o gigante era mesmo mau. Aceitou a proposta.
O gigante apesar de mau cumpria sempre o que prometia, por isso soltou todos os meninos”
Pois… como é possível cortar uma tarte em onze partes apenas com quatro golpes?
Foi a nossa atividade. Começámos por desenhar uma tarte, usando o compasso. Decorámo-la ao nosso gosto (algumas ficaram tão bem que pareciam verdadeiras).
Foi a nossa atividade. Começámos por desenhar uma tarte, usando o compasso. Decorámo-la ao nosso gosto (algumas ficaram tão bem que pareciam verdadeiras).
Como não era bom fazer tentativas a cortar simulámos, usando quatro massas de esparguete. Depois de alguns meninos dizerem que só conseguiam obter oito partes, outros nove, o André gritou: “onze bocados, consegui!”
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| Estão muito bonitas as tartes da Matilde e do Gonçalo |
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| O André foi o primeiro a descobrir |




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